Você não está adiando apenas um post. Está adiando projetos, oportunidades, conversas importantes e mudanças que deseja fazer há anos.
Quero participar do desafio3, 4 e 5 de julho · 20h (horário de Brasília)
O Desafio Coragem de Ser Vista foi criado para ajudar você a entender e transformar o padrão que faz você se esconder, se diminuir e acreditar que ainda não é a sua hora.
Porque a vida que você quer viver não começa quando você finalmente se sentir pronta.
Ela começa quando você para de se esconder.
Se você se identificou com isso, você não tem medo de postar.
Você tem uma ferida emocional de visibilidade.
Uma parte sua aprendeu que ser vista não era seguro. E essa ferida não aparece apenas quando você abre o Instagram. Ela aparece quando você se cala, quando se diminui, quando esconde quem realmente é e quando adia a própria vida.
Postar é só um dos lugares onde essa ferida aparece.
Cada vez que você se mostra com verdade e percebe que sobreviveu, o seu cérebro começa a construir uma nova evidência: ocupar espaço pode ser seguro.
O medo de postar não é frescura nem falta de coragem. É uma ferida real, ligada a julgamento, rejeição e à ideia de que você precisa estar "pronta" pra ocupar espaço.
No primeiro dia a gente olha de frente pra esse bloqueio, entende de onde ele vem e por que ele te mantém invisível. E aí vem o desafio do dia: o seu primeiro post. Um post verdadeiro, do jeito que dá, sem precisar estar perfeito. Você não vai postar sozinha, vai postar com o grupo inteiro do seu lado.
Tudo o que você já viveu (os processos, as quedas, as viradas) é material que pode tocar outra pessoa em cheio. O que parece "só a sua história" costuma ser exatamente o que alguém precisava ouvir hoje.
No segundo dia você vai aprender a pegar o que viveu e transformar em conteúdo que conecta de verdade, sem virar palestra nem perder a sua voz. O desafio do dia: postar a sua história, ou um pedaço dela, de um jeito que abra espaço pra outras pessoas se reconhecerem.
Quando você posta com verdade, não atrai todo mundo. Atrai as pessoas certas: as que precisam da sua mensagem, as que ficam, as que viram comunidade. Audiência de verdade se constrói por conexão, não por número.
No terceiro dia você vai entender como continuar depois do desafio, postando de um jeito que constrói relação e abre portas, sem se perder em métricas. O desafio do dia: o post que marca o começo da sua nova relação com as redes, de quem só assistia pra quem agora aparece.
3, 4 e 5 de julho, às 20h, comigo no Zoom. Cerca de 90 minutos por dia.
Toda noite você sai com uma missão simples e guiada. O post é a ferramenta prática para criar novas evidências internas de que você pode ser vista e continuar segura.
Reveja qualquer encontro quando quiser (mas viver ao vivo é fortemente recomendado).
O grupo onde a gente posta junto, comemora cada coragem e ninguém publica sozinha. Apoio meu antes e durante o desafio.
Um material para organizar suas ideias, nomear seus bloqueios e transformar a visibilidade em uma prática possível — sem depender de inspiração ou perfeição.
Por anos fui diretora de marketing. Sabia tudo de estratégia, de conteúdo, de como fazer marca dos outros crescer. Mas quando era a minha vez de aparecer, eu travava. Eu ajudava todo mundo a ser visto, menos eu.
Depois do burnout e da maternidade, eu precisei recomeçar a minha relação com as redes. Comecei a postar sobre o que eu estava vivendo de verdade, sem roteiro, sem pose. E aconteceu algo que eu não esperava: as mulheres começaram a responder com as próprias histórias. Os comentários viraram desabafo, acolhimento, comunidade.
Foi ali que eu entendi: quando a gente se mostra com verdade, a nossa história deixa de ser só nossa. Ela vira espelho, vira alívio, vira ponte. E atrai exatamente as pessoas que precisavam da gente.
É isso que eu quero te ajudar a fazer nesses três dias. Não a postar mais por obrigação. Mas a usar a visibilidade como uma ferramenta para parar de se esconder e começar a viver os sonhos que você vem adiando.
Da invisibilidade pra sua voz no mundo. Te espero lá.
Toda vez que posto sobre o que vivi, dezenas de mulheres respondem com a própria história. É isso que se mostrar com verdade faz: vira espelho, vira acolhimento, vira comunidade. Olha o que nasce de um único post honesto.
Eu te entendo imensamente! Todos os dias das minhas férias eu agradeci por estar pegando sol, indo à academia na hora vazia, ir ao parque no meio da semana, ou simplesmente dormir 8h. Hoje tento ao máximo fazer essas coisas durante a semana. Porque o burnout deixa MUITA cicatriz, não passa de um ano pro outro.
Te entendo. Todo dia que eu vou ao parque e tem sol penso isso. Me considero com burnout em tratamento há 11 anos, minha saúde mental é inegociável e ter um dia pra ver o sol no parque é parte disso ♥♥♥ se humanizar é preciso.
Ai moça! Chorei aqui. O sol que eu vejo é o nascer, justamente por precisar acordar às 5h pra fazer exercício físico. 😌
Esses dias eu só queria poder tomar um café com calma e em silêncio, somente isso, um café — porque não tô conseguindo sequer isso direito. Quiçá caminhar por algumas horinhas e ver o sol.
Estou vivendo essa mesma fase. Eu agradeço pelas pequenas coisas, porque só quem passa sabe. Só gratidão a Deus 🙏
Primeira vez que vejo alguém relatar o sentimento de pós-burnout igual ao meu. Quando consegui ver o sol após o diagnóstico e desacelerar, eu sentava no sofá de frente pra janela, olhava pro sol e chorava — mas naquele momento eu nem entendia o porquê. Aos poucos fui assimilando. Que Deus te abençoe, e que nunca mais venhamos passar por isso!! 👏
Tão verdade! Eu sempre fui muito focada no trabalho e quando meu bebê nasceu e voltei a trabalhar depois de 1 mês e meio, no começo sofri bastante porque não entendia que eu tinha uma prioridade — meu filho — e que talvez precisasse aceitar que alguns dias não seriam perfeitos em produtividade. Hoje ele está com 10 meses e me divido entre os dois de forma mais leve. Aceito que alguns dias não serão fáceis, e está tudo bem 🤍
Sei bem como é essa sensação. Ainda estou tentando me recuperar do burnout, cada dia é uma surpresa e sensação diferente, mas a cada superação uma vitória 🙏 continue nesse caminho, aproveite cada momento.
Chorei vendo seu vídeo 😭 estou presa num lugar que não sei como sair. Fiquei de férias 30 dias, retornei ontem… cheguei feliz, mas com o passar das horas começou a ficar pesado, e no final do dia chorei sem me controlar. Hoje é feriado, mas amanhã tenho que voltar e tô com medo. 😢
Chorei junto, passo por isso. E realmente é um alívio indescritível.
Meu Deus, tu foi resposta de Deus.
Comentários reais recebidos nos vídeos da Gabriella.
Ela começa quando você entende a ferida que faz você se diminuir — e decide construir uma nova relação com ser vista.